sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Dias difíceis

Existem alguns dias em que o mundo parece realmente querer testar nossos limites.

Os limites da paciência, da perseverança, da força emocional, da resistência...
No momento em que as situações estão acontecendo, alucinadamente, parece que é difícil
suportar todas estas provas...
Ao final do dia a gente para e repensa tudo, o que pode ser mudado, o que podemos tirar de lição,
ou onde foi que nossas forças nos abandonaram.
Hoje busquei consolo na docência, depois de “matar vários leões” ainda fui capaz de
“tirar um coelho da cartola” entrar em sala e incentivar 20 e tantas pessoas com personalidades
Completamente diferente a chegar em um objetivo comum... Ai você percebe que um gladiador
Passaria vergonha perto de ti, porque somos mais guerreiros do que eramos capazes de imaginar!
Então encerro a noite, fazendo aquelas pequeninas coisas que me dão tanto prazer e que me fazem esquecer qualquer dia ruim...
Encerro a noite ao som de Norah Jones cantando blues e com a leitura de José Saramago em
“A bagagem do Viajante”.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Devaneios de Rafa

Se é certo ou errado não sei. O que sei é que tenho seguido a voz do coração e me deixado perder o juízo algumas vezes.

Certas situações não passam de uma questão de opinião onde as pessoas enxergam a mesma situação de ângulos diferentes.
Tenho me decepcionado algumas vezes, tenho me surpreendido outras tantas, em meio a tudo isso decidi apenas me aproximar do que me faz bem e me distanciar do que me causa dor.
A vida não é uma ciência exata. São como números que se joga aleatoriamente na tentativa de vencer um jogo de azar.
Tenho vivido os dias e aproveitado as madrugadas.
Tenho estado mais próxima de algumas pessoas e me distanciado de outras.
Tenho julgado menos do que costumava julgar, mas não tenho deixado de pensar contra o que vai de encontro com meus princípios.
Tenho vencido meus medos, minhas fúrias, meus preconceitos!
Tenho, da minha maneira, vivido!

Quando eu não estiver por perto...

Quando eu não estiver por perto canta aquela música que a gente ria, é tudo que eu cantaria e quando eu for embora você cantará.

Oswaldo Montenegro

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Você

Eu tenho feito de conta que você não me interessa muito, mas não é verdade. Você é a pessoa mais especial que já conheci. Não por ser bonito ou por pensar como eu sobre tantas coisas, mas por algo maior e mais profundo do que aparência e afinidade.
Martha Medeiros

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Pensando...

Aproveito este silêncio providencial do horário de almoço para ouvir um pouco de Norah Jones e tentar colocar as idéias em ordem.
Os dias tem passado freneticamente e nem mesmo meu quebra-cabeça de 5.000 peças do Romero Britto tem conseguido a minha atenção, apenas olho para ele e dou uma piscadinha... pensando... ainda teremos tempo para nós dois.
Tenho pensado em um certo alguém que me faz falta, um certo alguém que pensei ser mais fácil esquecer, não foi.
Tenho pensado que competência tem sido sinônimo de mais e mais trabalho e tenho começado a repensar isto.
Tenho pensado em comprar meu apartamento, comprar móveis novos...
Tenho pensado que amores monótonos de mensagens diárias chegando todo dia no mesmo horário e me remetendo a rotina que tanto me perturba.
Por hora vou apenas pensar em minha irmã que chegar neste feriado para "aqueles programas (culturais, gastronomicos)" que só ela e o certo alguém seriam capazes de me acompanhar.

domingo, 30 de setembro de 2012

Conversas...

Vez ou outra nos deparamos com situações em que "precisamos ter aquela conversa", eu odeio essas conversas, são chatas, perturbadoras, mas às vezes tão necessárias. Se resolvem? Não sei... porque fujo delas, sempre fugi!
Ontem me deparei com uma situação na qual deveria ter tido a bendita da conversa e não tive... As coisas ficam mal resolvidas, tomam grandes proporções e fico me sentido culpada por não ter resolvido e ter deixado chegar onde chegou!
Talvez certas conversas no passado poderiam ter aliviado dores emocionais do presente...

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Histórias de amor...

Sabe aquelas histórias de filme em que ela o ama, ele a ama mas a vida os leva para caminhos distintos, eles se casam com outras pessoas e somente lá no futuro, quando já bem velhinhos e viuvos eles se reencontram para finalmente viver aquele grande amor?
Bem esses dias vi na TV uma senhora que teve um grande amor quando mais jovem, ele foi embora para São Paulo tentar a vida, ela se casou e eles nunca mais se viram... Ela foi ao programa para procurá-lo e encontrou... ele tinha virado padre... Eles não ficaram juntos. Ela, no entanto, ficou feliz porque perdeu ele para Jesus e não para nenhuma outra mulher.
Entre tantos pensamentos que atormentam minha cabeça de mulher canceriada o que tem me ocorrido ultimamente é do quanto vale a pena esperar pelo grande amor de sua vida, quando ele não se move em sua direção.
Então cheguei a conclusão de que enquanto você está nesta espera interminavel você não permite que o mundo a conheça e acaba vivendo fadada a solidão, o que é triste.
Então pergunto, melhor aguardar por um amor que não sabemos se um dia terá uma história de verdade ou fazer como a senhora que se casa com aquele alguém que se prontificou a cuidar dela  e a faze-la feliz?
Sinceramente, nesse momento chego a conclusão que o melhor mesmo é ter alguém presente, que ama sua loucuras, todos os seus sorrisos, todas as suas carretas, as suas piadas bobas e que de quebra está disposto a te fazer muito, muito feliz! Um amor calmo e fácil de amar.
Talvez o que precisamos não são dos amores avasaladores, mas sim daqueles que nos trazem paz a alma e tranquilidade ao coração...